Nova licença-maternidade é criticada por feminista

O projeto de extensão da licença-maternidade, aceito pelo Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, é considerado limitado pela representante do Centro Feminista de Estudos e Assessoria. (Cfemea), Eneide Dutra.


De acordo com o novo projeto, a licença maternidade poderá aumentar para seis meses. A adesão vai depender da vontade política das empresas já que o benefício será efetuado por meio de isenção fiscal.Eneida, da área de trabalho e providência do Cfemea, discorda da opinião do ministro da Fazenda Guido Mantega segundo a qual o benefício seria estendido à todas as mulheres brasileiras como disse em entrevista no programa “Bom Dia, Ministro”, no estúdio da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). Para Eneida a medida só alcança uma parcela das mulheres pois só inclui mulheres do campo de serviço formal, ligado a empresas.

Ela também acredita que o projeto não tem caráter permanente e definitivo já que “ a discussão em torno da reprodução humana tem outros fatores a serem considerados”, diz. Ela dá como exemplo os créditos em pré-escolas, um direito constitucional, que segundo ela atende apenas 15% da demanda.

Eneida defende que o pano de fundo da discussão seria a responsabilidade da reprodução humana, que para ela, deve ser assumida por todos e não exclusivamente pelas mulheres. Ela ainda reforça, “É preciso soluções mais universalizantes e permanentes, que alcancem também, os pais das crianças”.


Fonte: Agencia Pulsar Brasil

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