VIVA A PIRATARIA FONOGRÁFICA!

Antigamente, até o ano 2000 mais ou menos funcionava assim: as gravadoras gravavam quem elas queriam e achavam que faria sucesso, então, faziam a divulgação em rádios e Tvs. Na maioria das vezes fechava-se o pacote. Por exemplo, fechou pacote com a Globo, fechou com TV e seus variados programas com variados públicos; fechou também com suas rádios AM e FM e seus variados públicos, mais seus jornais, suas revistas e seus sites em território nacional. Isso se fechar só com a Globo. Se fizer contrato com mais outras empresas de comunicação que também têm rádios, jornais, revistas e etc, isso se multiplica muito. Não é pouca coisa. E não é barato. É caro. Muito. Mas depois dos computadores, da grande rede e da pirataria (graças a Deus) o jogo mudou um pouco.

 O ministro das telecomunicações continua privilegiando e sendo indicado pelos conglomerados de comunicação e suas rádios e TVs ( meios diferentes, mesmos donos ) e deputados e senadores são donos, ou como eles preferem eufemizar, são cotistas das afiliadas das grandes redes em seus estados. Pra mim, não muda muito se são donos por inteiro ou cotistas já que ao deputado seu interesse empresarial pode vir 1º em suas escolhas no congresso. Mas as gravadoras sofreram mais. Com a pirataria perdeu dinheiro e com a internet perdeu muito de sua influência e credibilidade no meio musical.

E as rádios comunitárias verdadeiras estão aí divulgando os artistas que não têm vez nos esquemas safados do mundo fonográfico.

Postado por GILBERTO BASTOS JÚNIOR

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